Olá amigos.Esse é um video bem informativo,você vai conhecer os primeiros computadores e quando tudo começou.Divirtam-se...espero que gostem
terça-feira, 7 de junho de 2011
Tecnologias facilitam acesso dos cegos ao conhecimento
O Mecdaisy fará parte do currículo escolar, oficialmente, em 2011, para jovens matriculados a partir do 6º ano. Esse software sonoro de livro digital, porém, só será aplicado nas disciplinas de português, história, geografia, ciências, e línguas estrangeiras. Matemática, física e química, por conta dos símbolos gráficos, seguem sendo ensinadas apenas em braile. Crianças matriculadas até o 4º ano receberão material didático só em braile. Para a deficiente visual Martinha Clarete Dutra dos Santos, diretora de políticas de educação especial do MEC, audiolivros, leitores de tela e livros digitais são, no Brasil, ferramentas complementares no processo de aprendizagem do deficiente visual. “A tecnologia é um elemento de inclusão social no País”, diz. “Mas é preciso cuidado para que não haja uma desbrailização por conta dá má utilização dessas inovações”, pontua Moysés Bauer, presidente da Organização Nacional dos Cegos do Brasil.

“A tecnologia é um elemento de inclusão social”Martinha dos Santos, diretora de políticas de
educação especial do MEC
Na convenção da federação dos cegos americanos circularam histórias de crianças que não sabiam o que era um parágrafo, que questionavam o porquê das letras maiúsculas ou o porquê de a expressão “felizes para sempre” ser composta por palavras separadas.
Até dezembro, todos os 4.300 alunos com cegueira total do ensino fundamental e médio matriculados nas escolas públicas do País irão receber um laptop com um sintetizador de voz que lê para eles o texto da tela. Dois mil já foram beneficiados e navegam nessa possibilidade, segundo o Ministério da Educação (MEC). Em fevereiro, mais tecnologia será despejada na carteira dos estudantes cegos que cursam do 6º ao 9º anos: uma coleção de 380 obras didáticas no formato digital Daisy. Abreviação para Sistema Digital de Acesso à Informação, a solução tecnológica batizada aqui de Mecdaisy permite ao aluno interagir com o livro digital, podendo pausar, pular ou retornar às páginas e capítulos, anexar anotações aos arquivos da obra e exportar o texto para impressão em braile, o sistema de códigos que possibilitou aos deficientes visuais o acesso à escrita e à leitura a partir do século XIX.
Letras para todos
Com nova técnica de impressão em braile, um mesmo livro pode ser lido por cegos e por quem vê
Ian Souto Izidoro, de 10 anos, tateia as páginas do livro Adélia Cozinheira, de Lia Zatz. Conta o que leu com a ajuda dos dedos e, com um pouco mais de esforço, tenta adivinhar o que significam os desenhos em alto-relevo, com textura e cheirinho. Ian não enxerga. Vítima de glaucoma, perdeu completamente a visão há três anos durante uma cirurgia. Foi alfabetizado em braile, sistema de escrita para cegos criado na França no início do século XIX e utilizado na publicação que tem em mãos. Mas a obra também poderia ser compartilhada por leitores que vêem. Isso porque Adélia Cozinheira é o exemplar mais elaborado de uma categoria que tem sido chamada de "livro totalmente inclusivo". Além do braile, ele foi impresso em tinta e letras comuns. Batizada de Braille.BR, a técnica que tornou isso possível foi desenvolvida pela designer Wanda Gomes. "Meu objetivo era criar um material atraente para qualquer pessoa, com ou sem deficiência visual", diz. Resultado de dez anos de pesquisa, a técnica é utilizada pela primeira vez em um livro.
Até pouco tempo atrás, para que uma mesma obra escrita fosse aproveitada por cegos e leitores comuns, era necessário produzir duas versões do texto: uma convencional e outra adaptada. A confecção do braile forma um relevo nos dois lados da página - alto no que será "lido" e baixo no verso. Assim, a impressão de uma imagem sobre a mesma superfície fica comprometida e difícil de visualizar. Já a Braille.BR mantém a base intacta porque, para formar os pontos, é aplicada uma tinta transparente por cima do papel. Pelo menos outros quatro livros infantis publicados nos últimos cinco anos seguem esse modelo. A diferença é que não utilizam uma nova técnica de impressão. "Neles, a inovação está na maneira de diagramar", afirma Susi Maluf, gerente de distribuição da Fundação Dorina Nowill, pioneira na publicação de livros em braile no Brasil.
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/livro-inclusivo-617227.shtml
Com nova técnica de impressão em braile, um mesmo livro pode ser lido por cegos e por quem vê
Ian Souto Izidoro, de 10 anos, tateia as páginas do livro Adélia Cozinheira, de Lia Zatz. Conta o que leu com a ajuda dos dedos e, com um pouco mais de esforço, tenta adivinhar o que significam os desenhos em alto-relevo, com textura e cheirinho. Ian não enxerga. Vítima de glaucoma, perdeu completamente a visão há três anos durante uma cirurgia. Foi alfabetizado em braile, sistema de escrita para cegos criado na França no início do século XIX e utilizado na publicação que tem em mãos. Mas a obra também poderia ser compartilhada por leitores que vêem. Isso porque Adélia Cozinheira é o exemplar mais elaborado de uma categoria que tem sido chamada de "livro totalmente inclusivo". Além do braile, ele foi impresso em tinta e letras comuns. Batizada de Braille.BR, a técnica que tornou isso possível foi desenvolvida pela designer Wanda Gomes. "Meu objetivo era criar um material atraente para qualquer pessoa, com ou sem deficiência visual", diz. Resultado de dez anos de pesquisa, a técnica é utilizada pela primeira vez em um livro.
Até pouco tempo atrás, para que uma mesma obra escrita fosse aproveitada por cegos e leitores comuns, era necessário produzir duas versões do texto: uma convencional e outra adaptada. A confecção do braile forma um relevo nos dois lados da página - alto no que será "lido" e baixo no verso. Assim, a impressão de uma imagem sobre a mesma superfície fica comprometida e difícil de visualizar. Já a Braille.BR mantém a base intacta porque, para formar os pontos, é aplicada uma tinta transparente por cima do papel. Pelo menos outros quatro livros infantis publicados nos últimos cinco anos seguem esse modelo. A diferença é que não utilizam uma nova técnica de impressão. "Neles, a inovação está na maneira de diagramar", afirma Susi Maluf, gerente de distribuição da Fundação Dorina Nowill, pioneira na publicação de livros em braile no Brasil.
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/livro-inclusivo-617227.shtml
A Informática como método Educativo
A Informática tem se apresentado não apenas como uma ferramenta de auxílio no desenvolvimento de tarefas, mas sim como uma tendência mundial, que vem interferindo de forma irredutível em todas as áreas do conhecimento, bem como nos variados setores profissionais, sejam públicos ou privados. Direta ou indiretamente, todos fazem uso de algum serviço no qual a tecnologia está sendo utilizada.
Geralmente, quando se fala em Informática, uma primeira visão se restringe à tecnologia, à automação, à comunicação de dados, entre outros. Este posicionamento excessivamente técnico foge à real abrangência da Informática que pode ser um meio poderoso para o avanço na educação, inclusive de crianças com dificuldades na aprendizagem.
O Brasil está em desvantagem em relação aos países desenvolvidos diante dos avanços tecnológicos disponíveis à educação. Necessita-se de muita pesquisa e estudos na área de informática educacional, para que o Brasil chegue ao nível dos países desenvolvidos.
Contudo, a introdução do computador na educação não está sedimentada num ponto de vista comum. Ao contrário, embora se tratando de uma tendência praticamente irreversível, não existe consenso geral sobre esse assunto, identificado como "Informática na Educação". Basta observar a variedade de formas como a informática é interpretada nos meios educacionais. Diante desse fato justificam-se a realização desta pesquisa na área de informática na educação, visando à utilização do computador como ferramenta pedagógica e a iniciação dos alunos das séries iniciais do ensino fundamental no mundo da informática.
Segundo (Ralston & Meek, 1976) a utilização de computadores data da mesma época do aparecimento comercial dos mesmos. Por volta da década de 50, quando começaram a ser comercializados os primeiros computadores com capacidade de programação e armazenamento de informação, apareceram as primeiras experiências do seu uso na educação. Como na resolução de problemas nos cursos de pós-graduação em 1955, e como máquina de ensinar, foi usado em 1958, no Centro de Pesquisa Watson da IBM e na Universidade de Ilinois. (VALENTE, 1999)
terça-feira, 24 de maio de 2011
A Informática na Educação
O termo "Informática na Educação" tem assumido diversos significados dependendo da visão educacional e da condição pedagógica em que o computador é utilizado.
( ... ) O termo "Informática na Educação" significa a inserção do computador no processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades de educação. Para tanto, o professor da disciplina curricular deve ter conhecimento sobre os potenciais educacionais do computador e ser capaz de alternar adequadamente atividades tradicionais de ensino-aprendizagem e atividades que usam o computador.
No entanto, a atividade de uso do computador na disciplina curricular pode ser feita tanto para continuar transmitindo a informação para o aluno e, portanto, para reforçar o processo tradicional de ensino (processo instrucionista), quanto para criar condições para o aluno construir seu conhecimento por meio da criação de ambientes de aprendizagem que incorporem o uso do computador (processo construcionista).
O termo "Informática na Educação" tem assumido diversos significados dependendo da visão educacional e da condição pedagógica em que o computador é utilizado.
( ... ) O termo "Informática na Educação" significa a inserção do computador no processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades de educação. Para tanto, o professor da disciplina curricular deve ter conhecimento sobre os potenciais educacionais do computador e ser capaz de alternar adequadamente atividades tradicionais de ensino-aprendizagem e atividades que usam o computador.
No entanto, a atividade de uso do computador na disciplina curricular pode ser feita tanto para continuar transmitindo a informação para o aluno e, portanto, para reforçar o processo tradicional de ensino (processo instrucionista), quanto para criar condições para o aluno construir seu conhecimento por meio da criação de ambientes de aprendizagem que incorporem o uso do computador (processo construcionista).
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Atuação do pedagogo
O pedagogo é um profissional capaz de atuar em diversos âmbitos educativos e de responder às diversas demandas e exigências de uma sociedade cada vez mais complexa. Para tanto, precisa estar preparado para enfrentar, com criatividade e competência, os problemas do cotidiano, ser flexível, tolerante e atento às questões decorrentes da diversidade cultural que caracteriza nossa sociedade.
Na educação formal, atua:
- como docente, na Educação Infantil, nas séries iniciais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio para Cursos de Magistério, das redes pública e privada de ensino
- como gestor do Trabalho Pedagógico, na Administração Escolar, na Coordenação Pedagógica, na Orientação Educacional, na Supervisão Escolar da Educação Básica
Na educação não formal, atua:
- na assessoria de recursos humanos, na orientação profissional, na comunicação com fins didáticos e paradidáticos, na orientação ao uso pedagógico das novas tecnologias de informação, na assessoria pedagógica em serviços de difusão cultural (museus e teatros) e de comunicação de massa (jornais, revistas, televisão, editoras, rádios, agências de publicidade), do Setor Privado
- na coordenação de programas e projetos de natureza educativa, nas áreas da saúde, meio ambiente, trânsito, promoção social, lazer e recreação, do Setor Público e Terceiro Setor (ONGs)
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